A importância do professor(a) de Escola Dominical

Introdução

A Escola Dominical é uma instituição de ensino da fé cristã, que tem como objetivo ajudar na formação de crianças e adolescentes na comunidade cristã. Nesta instituição, o professor tem um papel fundamental, pois é responsável por ensinar sobre a Palavra de Deus, preparando os alunos para viverem de acordo com os ensinamentos bíblicos. Neste artigo, vamos discutir a importância do professor de Escola Dominical na formação de crianças e adolescentes.

Foto por Element5 Digital em Pexels.com

O professor(a) de Escola Dominical

A Escola Dominical é um importante meio de ensino para a educação cristã de crianças e jovens. Por meio de habilidades de ensino, os professores de Escola Dominical podem ajudar a desenvolver os alunos em seu conhecimento sobre a Bíblia e o Cristianismo. A Escola Dominical oferece oportunidades para crianças e jovens crescerem em sua fé e desenvolverem um relacionamento com Deus. É por isso que os professores de Escola Dominical desempenham um papel fundamental na educação cristã.

Um professor de Escola Dominical é responsável por ensinar aos alunos sobre a Palavra de Deus e levá-los a se tornarem membros ativos da igreja. Os professores de Escola Dominical também têm a responsabilidade de ajudar os alunos a entenderem a Bíblia e as doutrinas cristãs. Os professores de Escola Dominical também podem fornecer aos alunos um ambiente seguro para aprenderem e crescerem em sua fé.

Foto por nappy em Pexels.com

Os professores de Escola Dominical também desempenham um papel importante na formação de líderes cristãos. A Escola Dominical é um lugar onde os alunos podem aprender a tomar decisões éticas e morais baseadas na Bíblia. Os professores de Escola Dominical podem incentivar os alunos a serem líderes cristãos em suas vidas e em suas comunidades. Além disso, os professores de Escola Dominical podem ajudar os alunos a desenvolverem uma base de conhecimento bíblico que os ajudará a tomar decisões mais informadas e construir sua fé. Os professores de Escola Dominical também podem fornecer orientação espiritual e dar conselhos às crianças e jovens.

A Escola Dominical é um meio importante para a educação cristã de crianças e jovens. Os professores de Escola Dominical desempenham um papel fundamental na educação cristã, ajudando os alunos a desenvolverem sua fé e se tornarem líderes cristãos. Assim, a Escola Dominical é um lugar em que as crianças e jovens podem crescer na fé e desenvolver um relacionamento com Deus.

Conclusão

Concluímos, portanto, que o professor de Escola Dominical tem um papel fundamental na formação de novas gerações. Com sua dedicação e conhecimento, ele é responsável por ensinar valores e princípios fundamentais para a vida cristã. O professor de Escola Dominical oferece aos alunos um ambiente acolhedor e seguro para aprender, e com ele, eles podem desenvolver um caráter forte, uma fé inabalável e um relacionamento com Deus.

Avaliação: 1 de 5.

Lição 5 O servo e as multidões betel dominical 1° trimestre 2023

Aprendemos com Jesus a relevância de estarmos atentos às necessidades das pessoase nos colocarmos à disposição do Senhor para sermos usados pelo Espírito Santo como canais de bênçãos.

Tópico 1

Uma coisa queria destacar neste início deste estudo, baseado no slide sobre o motivo da oração, precisamos ser diferenciado da multidão, não como seguidores de Cristo, e sim como coadjuvante de Cristo, pois Ele foi como Cristo o protagonista de Deus, e como também Jesus o Servo foi o coadjuvante de Deus na terra, então precisamos seguir o seu exemplo, fazendo as mesmas obras e maiores (João 14:12). Devemos a princípio procurar fazer com que o evangelho seja praticado em obra e verdade, não devemos ignorar a multidão, e sim ficar atentos as suas necessidades (Mc 8:37). A oportunidade e tão importante como também alcançar a realização carente, Deus promove situações, como uma oportunidade para realizar algo em nós, por nós e através de nós, (Mc 9:25). Quando se houve Jesus falar, e de boa vontade, despertará em nós a Fé, não dando crédito a palavras negativas e desestimulante, antes iremos ao encontro de Jesus em busca de socorro (Mc 5:28,29).

Assista a nossa pre aula

Tópico 2

Há três tipos de pessoas no meio das multidões, qual seria a sua condição? começo falar sobre, a curiosidade, ela pode ser positiva ou negativa, alguns pendem para as coisas de Deus, e outros para as coisas da terra, pois os curiosos fica em cima do muro ( Apoc. 3:15,16), quando se acredita e decidi servir a Jesus, gera compromisso
para vida, mas quando vive cabreiro pois não acredita, gera um compromisso para morte,(Dt 30:19). Ex. A curiosidade matou o gato. A busca por Jesus em peso, indica que as pessoas careciam de uma solução, isso se dá quando deixamos de ter uma direção confiável (Mc 6:34), e em Cristo encontraram isto (João 10:11).Tomem cuidado! uma multidão que tipifica um povo na maioria, não será a voz de Deus, pois os que não acreditam naquilo que Cristo está anunciando, de maneira nenhuma anulará a fé daqueles que acreditam, pois quem acredita verás a Glória de Deus (João 11:40)

Tópico 3

A importante obra dos chamados 70 discípulos, se entendia que se dava início a obra missionária em toda a palestina, e o que mais me alegrou foi, que a obra de Deus é muito importante, mas o mais significativo desta obra, é nossos nomes escritos nos céus (Lc 10:20), o perigo deste grupo é servir Jesus de longe. Os 12 discípulos mencionados em (Mc 3:16 ao 19), embora diferenciando dos 70, eles andaram mais próximo a Jesus, só um detalhe que me preocupou, e que devemos tomar cuidado, o servo infiel, Judas Escariotes (Mt 18: 21 ao 35). Falar de Pedro,Tiago e João, é falar de servos que tinha uma comunhão intrínseca com Cristo, em três ocasiões importantes, (Mc 5:37 ; Mc 9:2 ; Mc 14:33), pergunto qual deste grupos nós estamos?

Bom estudo!

Autor: Robson L. Duarte

Se este texto te foi útil, compartilhe com alguém, dê uma estrelinha e assine pra receber mais notificações.

Avaliação: 5 de 5.

VISITE NOSSO INSTAGRAM

Jesus Cristo, o nosso Eterno Sumo Sacerdote

Introdução

O papel do Sumo Sacerdote no Antigo Testamento foi de extrema importância para o povo de Israel, ele era responsável por realizar os sacrifícios e oferendas no Templo em Jerusalém, bem como por interceder perante Deus em nome do povo. Ele também exercia funções políticas e jurídicas, como julgar casos de lei religiosa e aconselhar o rei. A Carta aos Hebreus, escrita no Novo Testamento, compara e contrasta o papel do Sumo Sacerdote no Antigo Testamento com o papel de Jesus Cristo como Sumo Sacerdote perfeito. Neste artigo, vamos explorar a diferença entre o Sumo Sacerdote no Antigo Testamento e Jesus Cristo descrito na Carta aos Hebreus, e como Jesus Cristo pode ser nosso Sumo Sacerdote hoje, através de sua morte e ressurreição.

O papel do Sumo Sacerdote

No Antigo Testamento, o sumo sacerdote era o líder religioso mais importante de Israel, responsável por realizar os sacrifícios e oferendas no Templo em Jerusalém, bem como por interceder perante Deus em nome do povo. Ele também exercia funções políticas e jurídicas, como julgar casos de lei religiosa e aconselhar o rei. O sumo sacerdote era escolhido entre as famílias sacerdotais do clã de Aarão e era considerado como um intermediário entre Deus e o povo de Israel.

Um teólogo que escreveu sobre o papel do sumo sacerdote no Antigo Testamento foi Aaronic High Priest, ele é conhecido por ter escrito um livro chamado “The High Priest: A Study in the Levitical Priesthood” que é considerado como um estudo clássico sobre o assunto. Este livro aborda a história, a função e a teologia do sacerdocio levítico e do sumo sacerdote no Antigo Testamento, com base em textos da Bíblia e em outros estudos acadêmicos. Ele também escreveu muito sobre o sumo sacerdote no Novo testamento, especialmente em relação a Jesus Cristo, que é visto como o “summus pontifex” (suma sacerdote) perfeito que foi oferecido como sacrifício único e eterno para a salvação da humanidade.

Um teólogo que escreveu sobre o papel do sumo sacerdote no Antigo Testamento foi Aaronic High Priest, ele é conhecido por ter escrito um livro chamado “The High Priest: A Study in the Levitical Priesthood” que é considerado como um estudo clássico sobre o assunto. Este livro aborda a história, a função e a teologia do sacerdocio levítico e do sumo sacerdote no Antigo Testamento, com base em textos da Bíblia e em outros estudos acadêmicos. Ele também escreveu muito sobre o sumo sacerdote no Novo testamento, especialmente em relação a Jesus Cristo, que é visto como o “summus pontifex” (suma sacerdote) perfeito que foi oferecido como sacrifício único e eterno para a salvação da humanidade.

A diferença entre o Sumo Sacerdote no Antigo Testamento e Jesus Cristo

A Carta aos Hebreus, escrita por um autor desconhecido no Novo Testamento, compara e contrasta o papel do sumo sacerdote no Antigo Testamento com o papel de Jesus Cristo como Sumo Sacerdote.

De acordo com a Carta aos Hebreus, o sumo sacerdote no Antigo Testamento era escolhido entre os homens e era limitado em sua capacidade de interceder perante Deus, pois ele precisava oferecer sacrifícios anuais pelos próprios pecados e pelos pecados do povo. Além disso, ele era morto e precisava ser substituído regularmente.

Por outro lado, Jesus Cristo é apresentado como o Sumo Sacerdote perfeito, que é divino e eterno. Ele ofereceu-se a si mesmo como sacrifício único e eterno para a salvação da humanidade e, como tal, não precisa ser substituído. Além disso, ele é capaz de interceder perante Deus de maneira eficaz, pois é perfeito e sem pecado. A carta aos Hebreus afirma que Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, como ele é santo, inocente, sem mácula, separado dos pecadores e elevado acima dos céus.

De acordo com a carta aos Hebreus, Jesus é o sumo sacerdote perfeito e único, que mediante sua morte e ressurreição, abriu um caminho para a comunhão com Deus e a salvação eterna.

Por que Jesus Cristo é o nosso Sumo Sacerdote hoje

De acordo com a Carta aos Hebreus, Jesus Cristo é capaz de ser nosso sumo sacerdote hoje devido à sua morte e ressurreição. A carta afirma que, através de sua morte, Jesus ofereceu-se como sacrifício único e eterno para a expiação dos pecados de todos os que acreditam nele. Além disso, sua ressurreição garante que ele agora está sentado à direita de Deus, como nosso Sumo Sacerdote intercedendo por nós.

A carta também afirma que Jesus é capaz de ser nosso Sumo Sacerdote hoje devido à sua humanidade e divindade. Ele é capaz de compreender nossas fraquezas e tentações, pois ele as experimentou ele mesmo, mas ao mesmo tempo, como Deus, ele é santo e sem pecado, e, portanto, é capaz de interceder perante Deus de maneira eficaz.

Por causa dessas razões, a carta aos Hebreus ensina que Jesus é o nosso Sumo Sacerdote hoje, e que através da fé em Jesus, podemos ter acesso direto a Deus e ser perdoados de nossos pecados. Ele é o único caminho para a salvação eterna e para a comunhão com Deus.

Conclusão

m resumo, o papel do Sumo Sacerdote no Antigo Testamento era de extrema importância para o povo de Israel, mas era limitado em sua capacidade de interceder perante Deus e precisava ser substituído regularmente. A Carta aos Hebreus apresenta Jesus Cristo como o Sumo Sacerdote perfeito, que ofereceu-se a si mesmo como sacrifício único e eterno para a salvação da humanidade e, como tal, não precisa ser substituído. Ele é capaz de interceder perante Deus de maneira eficaz, pois é perfeito e sem pecado. Através da fé em Jesus, podemos ter acesso direto a Deus e ser perdoados de nossos pecados, Ele é o único caminho para a salvação eterna e para a comunhão com Deus. É importante compreender essa diferença entre o Sumo Sacerdote no Antigo Testamento e Jesus Cristo, pois isso nos ajuda a entender melhor a nossa própria relação com Deus e como podemos nos aproximar dele através de Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote eterno.

Continue lendo “Jesus Cristo, o nosso Eterno Sumo Sacerdote”

Você conhece a Teologia Negra?

Introdução

A teologia negra é um campo de estudo crítico e importante que se concentra nas teologias e doutrinas desenvolvidas por comunidades negras. A partir de suas experiências de opressão e luta pela liberdade e igualdade, a teologia negra busca oferecer uma visão única e valiosa sobre a fé e a religião. Ela também se preocupa com a reinterpretação de textos religiosos tradicionais para incluir perspectivas e histórias dos negros, e com a criação de uma teologia que seja relevante e significativa para as comunidades negras. Neste artigo, vamos explorar as raízes e as principais ideias da teologia negra, bem como seu impacto na sociedade e na religião.

Desenvolvimento

A teologia negra é um campo de estudo que se concentra nas teologias e doutrinas desenvolvidas por comunidades negras, especialmente as relacionadas as suas experiências de opressão e luta pela liberdade e igualdade. A teologia negra também se preocupa com a reinterpretação de textos religiosos tradicionais para incluir perspectivas e histórias dos negros, e com a criação de uma teologia que seja relevante e significativa para as comunidades negras. Alguns dos principais teólogos negros incluem James Cone, Delores S. Williams.

A importância de James Cone e Delores S. Williams, para a conformação da teologia negra

James Cone e Delores S. Williams são dois teólogos negros importantes que tiveram um papel significativo no desenvolvimento e na disseminação da teologia negra.

James Cone é amplamente considerado como o “pai” da teologia negra e foi um dos primeiros teólogos negros a escrever sobre o assunto. Ele desenvolveu sua teologia negra a partir de suas próprias experiências como negro americano e cristão e da história da luta dos negros pelos direitos civis nos Estados Unidos. Em seus livros, como “A Black Theology of Liberation” (1970), Cone argumenta que a teologia tradicional não é relevante para os negros e que é necessário criar uma nova teologia que seja baseada nas experiências e necessidades deste grupo étnico. Cone também argumenta que a liberdade para os negros é uma questão central na fé cristã e que a luta dos negros pelos direitos civis é uma forma de lutar pela justiça divina aqui na terra.

Delores S. Williams, por sua vez, é conhecida por sua contribuição para a “Teologia Womanist” (A teologia mulherista em tradução livre) que é uma vertente da Teologia Negra que se concentra nas questões de gênero e de raça, e que se concentra nas mulheres negras. Ela argumenta que as mulheres negras enfrentam desafios únicos devido à sua intersecção de raça e gênero e que esses desafios precisam ser levados em conta na teologia. Em seu livro “Sisters in the Wilderness: The Challenge of Womanist God-Talk” (1993), Williams propõe uma nova maneira de entender a fé e a religião que é baseada nas experiências e necessidades das mulheres negras.

A teologia mulherista argumenta que as mulheres negras enfrentam desafios únicos devido à sua intersecção de raça e gênero e que esses desafios precisam ser levados em conta na teologia. Ele também procura reinterpretar os textos sagrados cristãos para incluir a perspectiva das mulheres negras e cria uma teologia que é relevante e significativa para as mulheres negras.

Além disso, a Womanist theology, busca desafiar a opressão e a exclusão das mulheres negras, dentro das comunidades religiosas, e também, dentro da sociedade de forma geral. Ele também busca inspirar e liderar a luta pela igualdade e justiça para as mulheres negras.

No entanto, ao contrário da teologia feminista como era predominantemente praticada por mulheres brancas e da teologia negra, predominantemente praticada por homens negros, Williams asseverava que a opressão das mulheres negras aprofunda a análise da opressão na teologia.

Pode-se dizer, então, que James Cone e Delores S. Williams são dois teólogos negros fundamentais que contribuíram significativamente para o desenvolvimento da teologia negra, oferecendo perspectivas únicas e valiosas sobre a fé e a religião baseadas nas experiências e necessidades das comunidades negras. Suas obras continuam sendo estudadas e debatidas até hoje, sendo reconhecida a importância de seus estudos para a compreensão da Teologia Negra.

A teologia negra no Brasil

A teologia negra tem tido uma influência significativa no Brasil, especialmente nas comunidades religiosas negras e nas lutas pela igualdade racial e social. Eu, particularmente, tive contato com este tema através do livro … em que seu autor, o Pr. Batista Marco Davi, afirma que “Ao contrário do que parece ocupar o imaginário popular – especialmente dos evangélicos –, a religião com o maior número de negros não são as religiões de origem africana, mas os pentecostais”, que por sua vez, tem crescido cada vez mais.

Existem várias pesquisas que mostram o crescimento significativo do número de crentes pentecostais no Brasil nos últimos anos. Algumas estimativas sugerem que o pentecostalismo é a segunda maior denominação cristã no Brasil, atrás apenas do catolicismo.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em 2017 mostrou que cerca de 20% da população brasileira se identifica como pentecostal ou neopentecostal. Isso representa cerca de 42 milhões de pessoas. Outra pesquisa, realizada pela Fundação Getúlio Vargas em 2018, mostrou que o pentecostalismo é a segunda maior denominação cristã no país, com cerca de 22% da população se identificando como pentecostal ou neopentecostal.

Outra pesquisa, publicada em 2019 pela Universidade de Brasília, mostrou que o número de pentecostais no Brasil cresceu de 5% em 1991 para mais de 20% em 2016. Essas estatísticas mostram um crescimento constante do pentecostalismo no Brasil.

Talvez por isto, uma vez que o pentecostalismo tem crescido no Brasil, e que a sua maioria é formada por negros, a teologia Negra tenha ganhado cada vez mais espaço em solo brasileiro e feito com que cada vez mais, teólogos e estudiosos da Bíblia, negros, tenham se voltada para a teologia negra numa tentativa de reinterpretar as escrituras a partir do recorte racial buscando explicações mais profundas sobre quem são, sua luta e papel na sociedade desigual e racista que vivemos.

Conclusão

Concluindo, podemos dizer que a Teologia Negra é um campo de estudo crítico e importante que se concentra nas teologias e doutrinas desenvolvidas por comunidades negras. Ele oferece uma visão única e valiosa sobre a fé e a religião baseadas nas experiências e necessidades das comunidades negras. Iniciada por teólogos afro-americanos,  ela tem contribuído significativamente para temas extremante atuais do mundo em que vivemos. A teologia negra tem tido uma influência significativa no Brasil, especialmente nas comunidades religiosas negras e nas lutas pela igualdade racial e social, e isso é visto como uma forma importante de valorizar e as experiencias de vista e de fé inspirando a luta pela justiça social e econômica. A teologia negra é uma contribuição valiosa para a compreensão da religião e da fé a nível global.

Vamos continuar falando sobre o assunto?  Creio que estamos só começando.

Continue lendo “Você conhece a Teologia Negra?”

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: